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Polícia do Distrito Federal realiza operação de busca e apreensão relacionada a Jair Renan Bolsonaro

Uma ação policial está em andamento, liderada pela Polícia Civil do Distrito Federal, com o objetivo de investigar um esquema suspeito de lavagem de dinheiro. Jair Renan Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, é alvo dessa operação.

A operação envolve a execução de cinco mandados de busca e apreensão, além de dois mandados de prisão, distribuídos em localidades distintas: Brasília e Balneário Camboriú, em Santa Catarina. 

Jair Renan Bolsonaro está sob mandado de busca e apreensão, como parte das investigações conduzidas pela Polícia Civil do Distrito Federal. A operação tem como foco um grupo suspeito de envolvimento em práticas como estelionato, falsificação de documentos, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.

As medidas judiciais estão sendo executadas em duas residências ligadas a Jair Renan: seu apartamento em Balneário Camboriú, Santa Catarina, e um edifício situado na área nobre do Sudoeste, em Brasília.

A ação policial abrange cinco mandados de busca e apreensão, assim como dois mandados de prisão, cujos alvos incluem: Jair Renan Bolsonaro, Maciel Carvalho – amigo e instrutor de tiro de Jair Renan e uma terceira pessoa ainda não identificada.

Maciel Carvalho, de 41 anos, é um dos indivíduos alvos de mandado de prisão, sendo apontado como o suposto mentor do esquema. Ele já havia sido alvo de outras ações policiais, incluindo a Operação “Succedere” e “Falso Coach” realizadas pela Polícia Civil do Distrito Federal este ano. Maciel também era instrutor de tiro de Jair Renan Bolsonaro e já havia sido detido em janeiro do mesmo ano.

Modus operandi do grupo investigado: O grupo sob investigação é suspeito de operar por meio de laranjas e empresas de fachada. O alvo principal da operação teria utilizado uma identidade falsa de Antônio Amâncio Alves Mandarrari para abrir contas bancárias e estabelecer empresas fictícias, com o intuito de dissimular as atividades ilícitas. As apurações indicam que os investigados falsificavam relatórios de faturamento e outros documentos relacionados às empresas em questão, utilizando dados de contadores sem o consentimento destes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária (DOT), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil.

 

Foto: Redes Sociais




24/08/2023 – Cultura FM

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