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O caso da BR-470 é um estudo perfeito sobre como o tempo e o dinheiro públicos são dilapidados. Com um cronograma que se estende por uma década, a obra sofre com paralisações, revisões contratuais e possíveis falhas no licenciamento e execução. O valor de R$ 15,5 bilhões, um montante colossal para os cidadãos comuns, demonstra como projetos de infraestrutura no Brasil facilmente atingem patamares financeiros estratosféricos, sem a contrapartida equivalente em velocidade ou qualidade. Esse cenário alimenta a percepção de que o Estado é ineficiente por natureza, afastando investimentos e perpetuando o subdesenvolvimento.
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