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Um levantamento revela que 78,7% dos recursos destinados aos ministérios para gastos discricionários em 2025 foram determinados por emendas parlamentares. O montante, que este ano chega a R$ 38,7 bilhões, coloca o poder de definir onde e como investir o dinheiro público majoritariamente nas mãos do Congresso Nacional. Críticos apontam que essa prática resulta em aplicações pouco estratégicas, como patrocínios a eventos culturais ou esportivos, em detrimento de obras de infraestrutura estruturantes para o país.
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