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A brutalidade do crime contra o cão Orelha fez os protestos ultrapassarem a causa animal e questionarem o próprio sistema de justiça juvenil. A principal crítica recai sobre a limitação de penas, com internação máxima de três anos para atos de extrema crueldade. O debate público agora pressiona por uma revisão que considere a gravidade do delito e o discernimento do agente, e não apenas a sua idade cronológica.
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