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Baseando-se em cronogramas divulgados pela própria polícia, a defesa animal estranha a narrativa de que um jovem, sozinho, realizou a brutal agressão em cerca de 20 minutos. A advogada levanta a questão de por que, em uma praia monitorada e turística como a Praia Brava, apenas as imagens do condomínio foram amplamente divulgadas. Ela indaga se outras câmeras da orla ou comércio não captaram movimentação, sugerindo que a investigação pode ter ignorado fontes importantes de prova.
assista a entrevista: