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A noite desta quinta-feira (7) foi marcada por cenas de violência e o cancelamento do confronto entre Flamengo e Independiente Medellín, na Colômbia, pela fase de grupos da Copa Libertadores. A partida durou apenas três minutos até que a torcida local desse início a uma série de atos de vandalismo que impediram a continuidade do esporte.
Bombas e sinalizadores foram lançados ao gramado, explodindo perto do goleiro Rossi, do Flamengo. Além dos artefatos, torcedores tentaram invadir o campo, obrigando a polícia a intervir. Diante do caos, o árbitro retirou as equipes de campo. Após mais de uma hora de espera nos vestiários, a Conmebol confirmou o cancelamento definitivo do jogo.
O diretor de futebol do Flamengo, José Boto, criticou duramente a organização local e afirmou que o clube carioca vai lutar pelos três pontos na Justiça desportiva. Segundo Boto, o próprio presidente do time colombiano admitiu que não havia segurança nem dentro, nem fora do estádio para que a partida prosseguisse.
“Os regulamentos são claros: a equipe mandante não garantiu a segurança. Queríamos jogar, mas a integridade física de jogadores e torcedores está acima de tudo”, declarou o dirigente rubro-negro. Agora, a Conmebol abrirá um expediente disciplinar para decidir se a partida será remarcada ou se o Flamengo será declarado vencedor por W.O. técnico.
Foto: Daniel Gallo
Redação Cultura FM | Julian Vilvert