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Santa Catarina consolida sua posição na liderança do mercado de trabalho nacional ao registrar a menor taxa de desemprego do país pelo quinto trimestre consecutivo. No primeiro trimestre de 2026, o estado apresentou uma taxa de desocupação de apenas 2,7%, índice significativamente inferior à média brasileira, que fechou o período em 6,1%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (14).
Além do baixo desemprego, o estado também lidera o ranking nacional com a menor taxa de informalidade (25,4%) e o menor percentual de trabalhadores desalentados (0,3%). Segundo o governo estadual, Santa Catarina já soma 32 resultados consecutivos na liderança nacional de ocupação formal, marca mantida desde 2018.
O salário médio em Santa Catarina atingiu R$ 4.289, valor 15,2% superior à média nacional (R$ 3.722). O estado ocupa a quarta posição entre os maiores rendimentos do país. Pelo segundo ano consecutivo, SC também apresenta a melhor distribuição de renda entre os trabalhadores ocupados, com redução no Índice de Gini para 0,425. Além disso, o estado registrou a menor taxa de subutilização da força de trabalho do Brasil, com apenas 4,7%.
Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, os principais setores da economia catarinense apresentaram crescimento expressivo na geração de vagas:
Agricultura e Pesca: +14,5%
Informação, Finanças e Administração: +6,6%
Indústria Geral e Construção: +5,4%
Indústria de Transformação: +4,2%
O governador Jorginho Mello destacou que o resultado é reflexo da parceria entre o Estado e o setor produtivo, incentivando novos negócios e garantindo dignidade às famílias através do emprego formal. Para o secretário do Planejamento, Arão Josino, a combinação de alta ocupação com vínculos formais garante maior estabilidade e proteção social ao trabalhador catarinense.
Foto: Roberto Zacarias / GovSC
Redação Cultura FM | Julian Vilvert