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Vincent Alexander Pacheco Weidlich, de 36 anos, apontado como um dos principais articuladores do movimento neonazista nos países nórdicos, estaria vivendo em liberdade no Brasil após ser condenado por terrorismo e incitação ao genocídio. As informações foram divulgadas pela Agência Pública.
O estrangeiro, que possui cidadania brasileira, foi preso pela Polícia Federal em Blumenau no fim de 2024. Segundo a investigação, ele administrava grupos extremistas em aplicativos de mensagens e planejava ataques contra bancos, veículos de imprensa, sinagogas e mesquitas. A apuração também indicou a intenção de criar uma colônia supremacista branca em Santa Catarina.
Após pouco mais de um ano detido, parte do período em um hospital psiquiátrico em São Paulo, Weidlich foi colocado em liberdade em fevereiro deste ano por decisão da Justiça Federal. Conforme a reportagem, ele atualmente reside em São Paulo e aguarda autorização para deixar o país.
A Polícia Federal encontrou durante as investigações materiais químicos e objetos que poderiam ser utilizados na fabricação de explosivos. O caso segue sob sigilo e nem a PF nem a Procuradoria comentaram a situação.
Redação Cultura FM | Veronica Moser Ewald
Foto: Expo.Se / Reprodução